Poucas frases da Escritura são tão diretas, tão incisivas e, ao mesmo tempo, tão desconfortáveis quanto esta.
A morte e a vida estão no poder da língua;
o que bem a utiliza come do seu fruto.”
Provérbios 18:21
Ela não deixa espaço para neutralidade. Não existe palavra inofensiva. Não existe discurso “sem efeito”. Toda palavra carrega semente, e toda semente, cedo ou tarde, produz fruto.
Este provérbio nos obriga a encarar uma verdade que preferimos evitar: a língua não é apenas um instrumento de comunicação — é um instrumento de criação ou destruição.
Caro leitor o conteúdo abaixo está listado pelas seguintes sessões:
- A língua como extensão do coração
- A ilusão de que “foi só uma palavra”
- Comer do fruto da própria fala
- O silêncio também é uma escolha moral
- A língua como instrumento de redenção
- Que tipo de fruto minhas palavras têm produzido?
- Um convite à vigilância diária
A língua como extensão do coração
A língua revela mais do que pensamentos momentâneos; ela denuncia o estado interior. Não falamos apenas o que pensamos — falamos o que somos naquele instante.
- Palavras duras quase sempre nascem de um coração endurecido;
- Palavras sábias, de um coração tratado;
- Palavras impulsivas, de um coração inquieto;
- Palavras que curam, de um coração que já aprendeu a sofrer e amadurecer;
Por isso, antes de disciplinar a língua, é preciso tratar a fonte. A boca apenas transborda aquilo que o interior já está cheio.
A ilusão de que “foi só uma palavra”
Vivemos em uma cultura que relativiza o peso das palavras.
- “Foi brincadeira.”
- “Não foi por mal.”
- “Você está exagerando.”
Mas a Bíblia não trata palavras como algo leve. Ela afirma que a língua pode produzir vida ou morte — não simbolicamente apenas, mas de forma concreta, relacional, emocional e espiritual.
- Quantos relacionamentos morreram não por grandes traições, mas por pequenas palavras repetidas?
- Quantas vocações foram enterradas por frases lançadas em momentos de raiva?
- Quantas pessoas carregam feridas abertas até hoje por aquilo que ouviram quando eram crianças?
Palavras constroem narrativas internas. E narrativas moldam destinos.
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Se por algum motivo você não conseguiu acompanhar a mensagem ao vivo, não se preocupe — você não vai ficar de fora do que Deus ministrou.
Essa palavra é uma daquelas que não podem ser apenas lidas, elas precisam ser vividas, sentidas, absorvidas. É conteúdo espiritual que se entende melhor quando se ouve e medita com calma.
Por isso, deixei o vídeo logo abaixo para você assistir.
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Comer do fruto da própria fala
O texto não diz apenas que a língua tem poder. Ele vai além:
“o que bem a utiliza come do seu fruto.”
Isso significa que ninguém escapa das consequências do que diz. Mais cedo ou mais tarde, provamos do sabor das palavras que lançamos.
- Quem semeia palavras de honra, colhe confiança.
- Quem semeia palavras de desprezo, colhe isolamento.
- Quem fala com verdade e mansidão, constrói pontes.
- Quem fala com ironia e dureza, cava abismos.
A língua cria ambientes. E nós vivemos dentro dos ambientes que ajudamos a criar.

Nota: Imagem gerada por Inteligência Artificial (OpenAI – DALL·E). Uso autorizado sem risco de direitos autorais ou reivindicações de terceiros.
O silêncio também é uma escolha moral
Este provérbio não fala apenas sobre falar bem, mas sobre usar bem a língua.
E usar bem, muitas vezes, significa não falar.
O silêncio, quando nasce da sabedoria, é um ato de maturidade espiritual.
- Palavras verdadeiras que não devem ser ditas naquele momento.
- Confrontos corretos que precisam do tempo certo.
- Respostas que, se dadas cedo demais, geram morte em vez de vida.
Saber quando falar é tão importante quanto saber o que falar.
A língua como instrumento de redenção
Se a língua pode matar, ela também pode ressuscitar.
- A palavra de perdão pode interromper ciclos de ódio.
- Palavras de encorajamento pode impedir uma desistência silenciosa.
- Uma palavra de verdade, dita com amor, pode salvar alguém de si mesmo.
Deus escolheu criar o mundo pela Palavra. E escolhe, ainda hoje, restaurar pessoas por meio de palavras alinhadas à verdade, à graça e à sabedoria.
Quando nossas palavras refletem o caráter de Deus, elas se tornam ferramentas de redenção.
Uma pergunta que não pode ser ignorada
Este texto nos confronta com uma pergunta simples, mas profunda:
Que tipo de fruto minhas palavras têm produzido?
- Vida ou morte?
- Cura ou ferida?
- Esperança ou medo?
- Construção ou desgaste?
Responder com honestidade a essa pergunta é um passo essencial para uma vida mais sábia, mais consciente e mais alinhada com os princípios eternos.
Um convite à vigilância diária
Provérbios 18:21 não é um versículo para ser apenas memorizado — é para ser vivido. Ele nos convida a vigiar não só o que dizemos, mas quem estamos nos tornando.
Porque, no fim, a língua apenas revela o caminho que o coração está trilhando.
- Que nossas palavras sejam poucas, mas cheias de vida.
- Que sejam firmes, mas temperadas com graça.
- E que o fruto delas seja algo que não tenhamos vergonha de comer amanhã.
Material de Apoio disponível para Download – Desenvolvido por: Rodrigo Vieira Eufrasio da Silva
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1 comentário em “A morte e a vida estão no poder da língua – Provérbios 18:21”
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